
Adal Bueno
Mais de 20 anos em tecnologia, 8 no mercado internacional. Mora na Holanda desde 2018, onde já teve três empregos. Fez centenas de entrevistas internacionais antes de transformar isso num método.

Se você trabalha com tecnologia e sonha em sair do Brasil, aumentar seu poder de compra e experimentar novos desafios culturais e profissionais ou se você quer tirar vantagem do câmbio pra multiplicar seu salário em 3x, 4x ou até 5x sem sair do país, essa pode ser a mensagem mais importante que você vai ler hoje.
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Quando o deploy quebra, você tem log.
Tem stack trace, tem linha, tem o nome da função que estourou.
Você abre, lê, conserta.
Agora me diz qual é o log de "por que ninguém me chamou".
Não existe. Ninguém te manda um relatório dizendo que o seu currículo morreu no filtro de palavra-chave, que o seu LinkedIn não aparece na busca do recrutador, ou que o cargo em que você aplicou não era o seu cargo.
Você aplica pra 30 vagas.
4 respondem "agradecemos seu interesse".
6 nem isso.
As outras 20 somem.
Então, você:
E como não tem terminal mostrando o que aconteceu, você nunca descobre qual mudança ajudou, qual atrapalhou e qual foi indiferente, não é?
Dois números do nosso último diagnóstico, lado a lado:
Pouco volume e pouca conversão, ao mesmo tempo. Nesse ritmo, uma entrevista — não uma proposta, uma entrevista — pode levar quase um ano pra aparecer.
Pra quem entende de sistema, o diagnóstico é óbvio: não é falta de sorte, é a forma mais lenta possível de rodar esse teste.
Quando a gente senta com alguém, o problema raramente está na experiência. Está antes do currículo: não existe um alvo. Sem alvo definido, o currículo diz uma coisa, o LinkedIn diz outra, e na entrevista você improvisa uma terceira.
Aí o resto da cadeia desanda sozinho:
O recrutador decide em 6 a 10 segundos olhando o seu CV. De cada dez, sete são descartados de cara.

Antes dele, o ATS filtra por palavra-chave. Se as palavras da vaga não estão no seu documento, você não chega a ser lido por gente.

O LinkedIn não é currículo online, é motor de busca. Perfil completo e perfil encontrável são coisas diferentes. Faz o teste: pesquisa as palavras-chave da sua área dentro do LinkedIn e vê se o seu nome aparece.
Você não está perdendo pra um candidato melhor. Você está sendo descartado antes de virar candidato.
E não é só com você.
Sempre que rodamos uma pesquisa nas nossas redes sociais ou na newsletter, a maioria absoluta das pessoas relatam que dificilmente (para não dizer "nunca!") recebem respostas das vagas que aplicam.

E eu sei exatamente como é essa sensação.
Por quê?

Foi na raça, no escuro e sozinho.
Mas funcionou.
Moro em Amsterdã com minha família desde 2018 e já tive vários empregos cada vez melhores por aqui.

Porém o que me tirou do lugar não foi estudar mais uma stack. Foi ir acumulando, entrevista após entrevista, a informação que ninguém me entregava: o que aquelas empresas realmente perguntam, o que elas descartam sem avisar, e como um brasileiro precisa se apresentar pra ser lido como resolvedor de problema.
Eu paguei essa informação em dois anos de tentativa.
O Programa existe pra você receber ela na primeira semana.
O Programa é conduzido por duas pessoas que veem o processo pelos dois ângulos.
Eu (Adal) fiz centenas de entrevistas internacionais como candidato até transformar isso num método. Sei onde um CV brasileiro trava lá fora porque o meu travou em todos os lugares possíveis.
O Pietro resolve o outro lado: o idioma sob pressão. 18 anos ensinando inglês pro trabalho e pra entrevista — não sala de aula, e sim o que você precisa dizer, e como, no minuto em que o nervosismo aperta.
Junta os dois e você tem o log que o processo seletivo nunca te manda.
Carreira internacional trava porque as pessoas mexem no meio da cadeia. Reescrevem o currículo antes de saber pra quem. Estudam inglês antes de saber pro quê.
Cada etapa come a saída da anterior:
Mercado, cargo, senioridade e faixa de salário. Sem isso, todo o resto é chute bem escrito.
Currículo e LinkedIn escritos para aquele alvo, com as palavras que aquelas vagas usam de verdade. É aqui que a busca passiva começa a trabalhar sozinha.
Onde procurar, que vaga priorizar, como abordar recrutador, com que frequência e medindo o quê. Busca ativa e passiva rodando juntas, não uma só.
O lado da empresa muda a cada processo. O seu lado nunca muda. Por isso improviso é péssima estratégia e roteiro é ótima.
A gente não apenas te ensina a fazer. A gente faz junto e te entrega pronto.
Você não sai com uma lista de tarefas.
Seu currículo sai do encontro escrito.
Seu LinkedIn sai reescrito.
Sua estratégia de busca sai montada.
E junto com os encontros individuais, vêm 90 dias de acompanhamento individual, pra você avançar no seu ritmo. Chegou uma resposta estranha, um teste técnico, uma proposta baixa? A gente ajusta a rota com o dado na mão, em vez de você adivinhar de novo.
Consultoria, mentoria e trabalho feito junto, não mais um curso pra assistir.
Cada encontro é individual, marcado direto com o Adal ou com o Pietro. Ninguém mais entra na sala, e a pauta é sempre o seu caso — nunca um roteiro padrão passando por todo mundo igual.
Mercado-alvo, senioridade, seus diferenciais reais e faixa de salário. É aqui que a gente decide pra onde você está mirando, antes de você gastar entrevista boa com vaga que não paga o que devia.
Você sai com o alvo definido e o seu plano escrito — pra parar de aplicar no escuro pra vaga que nunca foi a sua.
Currículo e perfil reescritos pra esse alvo, com a nossa revisão. Não é aula de como fazer.
Você sai com CV e LinkedIn prontos pra aplicar — pra parar de ser descartado nos 6 segundos antes de alguém te ler de verdade.
Onde buscar, o que priorizar, como abordar recrutador, a rotina semanal e as métricas que dizem se está funcionando.
Você sai com uma rotina de busca rodando — pra parar de reaplicar pro vácuo e passar a aparecer pras vagas certas primeiro.
Pitch, screening, RH, fit e técnica. Estrutura de resposta pra você parar de improvisar na hora em que a decisão acontece.
Você sai com o roteiro e o plano do que fazer toda semana até a oferta aparecer — pra parar de improvisar bem na hora que mais importa.
+ 90 dias de acompanhamento individual e próximo no Whatsapp com Adal e Pietro, ajustando a rota junto com você conforme as respostas chegam (24 horas úteis para resposta).
Sim, funciona.
Já passaram pelo Programa e pelos nossos cursos profissionais de dados, produto, design, UX, QA, CX, vendas, marketing e finanças. O que a gente conserta (alvo, posicionamento, busca e entrevista) não é específico de código, apesar da nossa maior experiência ser com desenvolvedores.

Adal Bueno
Mais de 20 anos em tecnologia, 8 no mercado internacional. Mora na Holanda desde 2018, onde já teve três empregos. Fez centenas de entrevistas internacionais antes de transformar isso num método.
Pietro Dubal Almeida
LinkedIn Top Voice. 18 anos ensinando inglês pro trabalho e pra entrevista. Criador do Fluência Mínima Viável — conquistou a própria primeira vaga internacional em 6 semanas, vindo de fora da área de tecnologia.
Quem ganha R$10 mil por mês e passa a receber US$5 mil chega perto de R$25 mil, morando no Brasil e pagando tudo em real. Algo em torno de R$180 mil a mais no primeiro ano, dependendo do câmbio. Veja alguns casos:
Casos reais, nomes alterados por questões de privacidade.
Nem todo mundo chega. Não existe fórmula mágica, nem garantia de contratação ou de salário e ninguém sério no mercado promete isso. O que a gente garante são os quatro encontros, as entregas e o acompanhamento.
O resultado depende do seu perfil, do momento do mercado e da sua execução.
A gente prefere te mostrar o número real a te vender uma garantia que ninguém pode dar.
R$1.000 OFF de quinta, 01/10, até domingo, 04/10/2026, às 23h59 — ou até as 10 vagas de Reunião de Diagnóstico se esgotarem, o que vier primeiro.
Mas você não precisa fazer esse investimento agora.
Agora, nesta página, você só paga o sinal.
O sinal funciona como um aluguel: sai do total, não é um valor à parte.
O sinal faz duas coisas: reserva o seu lugar na agenda de um dos mentores e destrava a sua Reunião de Diagnóstico, que já é o Encontro 1 do Programa, não uma conversa de vendas.
Você começa pagando R$1.000 e ele vira a primeira parte do Programa: se você seguir em frente, paga apenas o complemento de R$2.000 após a primeira reunião, não R$3.000 de novo.
Então, na prática, funciona assim:
Você paga o sinal de R$1.000 e reserva sua Reunião de Diagnóstico na agenda de um dos mentores.
Você faz a reunião. A gente lê o seu perfil, define o seu alvo e desenha o seu plano de transição pro mercado internacional. Você sai com ele escrito, na mão, mesmo que decida não seguir.
Você decide. Fez sentido e quer seguir com o acompanhamento? Você completa os R$2.000 e a gente segue pros próximos encontros e pros 90 dias. Não fez? Devolvemos o sinal inteiro e o plano continua sendo seu — pra você executar sozinho, se quiser.
Porque a gente não quer o seu dinheiro antes de te provar que sabe o que está fazendo.
Seu risco é zero aqui.
As mensagens exatamente como chegaram pra gente.






Não faz sentido pra você se:
Você está começando na área. Se ainda não resolveu problema real em produção, guarda esse investimento pra daqui dois ou três anos. Vai render muito mais.
Você quer dinheiro fácil. Aqui tem trabalho: aplicação, entrevista, ajuste, entrevista de novo.
Você quer alguém pra aplicar nas vagas por você. A gente monta a máquina e opera junto. Quem dá a cara pra bater na entrevista é você.
Você não vai executar. Sem execução, o melhor plano do mundo é um PDF bonito.
Faz sentido se você tem pelo menos 3 anos de experiência, um inglês que já dá pra conversar e está cansado de ser bom no trabalho e ficar esperando aumento que nunca chega.
Você não paga pela reunião.
Você paga a primeira parte do Programa e reserva um horário na agenda de quem vai te acompanhar.
Depois, esse valor é abatido do investimento total de R$3.000.
E se depois da reunião você decidir não seguir, ele volta pra sua conta — com o plano já escrito e seu.
Serve se já é funcional, se você entende e se consegue se virar numa conversa, mesmo travando às vezes.
Isso descreve 87% das pessoas que responderam a nossa pesquisa.
Ninguém lá fora procura falante nativo, procuram quem resolve problema.
O que falta quase sempre é estrutura de resposta sob pressão, não vocabulário.

Só se você quiser.
Empresas dos EUA, da Europa e da Ásia contratam remoto há anos.
Dá pra morar no Brasil, pagar suas contas em real e receber em moeda forte.
Temos vários casos na mentoria que preferem esse caminho a se mudar para fora.
Pelo contrário:
Os resultados mais rápidos costumam vir dos mais vividos.
Isso porque falta gente com bagagem real, maturidade técnica e experiência com trabalho em equipe na grande maioria das empresas.
Se você tem 10, 20 anos de mercado, seu caso é um dos mais simples de resolver.
(Repare que não falei fácil, mas simples.)
Quatro encontros no seu ritmo, mais a execução entre eles. E a parte mais pesada — CV, LinkedIn, estratégia — a gente entrega pronta logo nos primeiros encontros pra você ficar na mesma página dos outros mentorados.
Depende do seu perfil, do seu mercado e da sua execução.
Nos casos desta página, variou de poucas semanas a 45 dias depois do último encontro.
Não existe prazo garantido, e a gente não vai inventar um.
Mas se você tá pronto e quer buscar salários de US$ 2.000 a US$7.000 trabalhando para o mercado internacional de tecnologia...