Mentoria individual com o Adal: comece pela primeira reunião | Trampar na Gringa

Tem 5 anos ou mais de experiência, manda currículo pra gringa e ninguém te chama?

Se você trabalha com tecnologia, dados, produto, design, QA ou qualquer área que dá pra fazer remoto, existe uma razão pra esse silêncio. Quase nunca é o seu inglês. Quase nunca é a sua experiência. E também não é falta de sorte.

É um problema que quase ninguém nomeia. Eu só entendi o meu depois de 2 anos de tentativa e umas 200 entrevistas.

Nesta página você vai ver:

  • Por que mandar mais currículo costuma piorar o silêncio, em vez de resolver.
  • O que acontece nos 6 a 10 segundos em que alguém decide sobre o seu currículo, e o filtro que vem antes dele.
  • A ordem das quatro etapas que eu levei 2 anos pra descobrir.
  • O que mudou pro Danillo, que só recebia proposta de empresa brasileira e fechou uma oferta internacional, no Texas, em 6 semanas.
  • O plano completo, reunião por reunião, pra quem quiser que a gente faça isso junto.

Leia na ordem. O pedaço do meio é o que muda o jeito como você vai aplicar na próxima vaga.

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Antes de continuar: essa página não é pra todo mundo

É pra você se:

  • Você tem 5 anos ou mais de experiência.

  • Seu inglês já dá pra conversar, mesmo travando às vezes.

  • Você está cansado de ser bom no trabalho e não ser visto pelo mercado.

  • Você vai executar entre as reuniões.

Não é pra você se:

  • Está começando na área. Se você ainda não resolveu problema real em produção, guarda esse investimento pra daqui a dois ou três anos.

  • Quer dinheiro fácil. Aqui tem trabalho: aplicar, entrevistar, ajustar, entrevistar de novo.

  • Quer que eu aplique por você. Eu monto o plano e acompanho. Quem dá a cara na entrevista é você.

  • Quer promessa de contratação ou de salário. Não existe fórmula mágica, e eu não prometo nenhum dos dois.

O problema tem nome

Funil às cegas.

Você aplica pra 30 vagas.

4 respondem “agradecemos seu interesse”. 6 nem isso. As outras 20 somem.

Quando o deploy quebra, você tem log. Quando o processo seletivo quebra, você tem silêncio.

Candidatar é um funil: candidatura, resposta, entrevista, proposta. Todo funil tem uma taxa em cada etapa. O seu também tem. A diferença é que você não enxerga nenhuma delas.

Então você chuta. Troca a foto. Reescreve o resumo com ChatGPT. Traduz o currículo pro inglês. Cria um currículo novo pra cada vaga.

E como não existe log, você nunca descobre qual mudança ajudou, qual atrapalhou e qual não fez diferença nenhuma.

É isso que eu chamo de funil às cegas. Você roda o teste mais lento possível e não vê o resultado.

Dois números do nosso diagnóstico, com 3.476 profissionais:

34%aplicam pra apenas uma vaga por mês.
73%recebem um convite ou nenhum a cada dez candidaturas.

Pouco volume e pouca conversão, ao mesmo tempo. Nesse ritmo, uma entrevista (não uma proposta, uma entrevista) pode levar quase um ano pra aparecer.

E tem três vazamentos no funil antes de o seu currículo chegar numa pessoa:

  • O recrutador decide em 6 a 10 segundos olhando o seu CV.
  • Antes dele, o ATS filtra por palavra-chave. Sem as palavras da vaga, ninguém lê.
  • O LinkedIn não é um currículo online. É um motor de busca. Perfil completo e perfil encontrável são coisas diferentes.

Quando eu sento com alguém, o problema raramente está na experiência. Está antes do currículo: não existe um alvo.

Sem alvo, o currículo diz uma coisa, o LinkedIn diz outra, e na entrevista você improvisa uma terceira.

Você não perde pra um candidato melhor. Você é descartado antes de virar candidato.

Dois jeitos de cair nisso se repetem: criar um currículo diferente pra cada bendita vaga (você atrasa e se frustra rápido) e fazer poucas entrevistas pra aprender com elas.

A saída não é mais esforço. É a ordem.

Carreira internacional trava porque as pessoas mexem no meio da cadeia. Reescrevem o currículo antes de saber pra quem. Estudam inglês antes de saber pra quê. Mandam candidatura antes de ter um alvo.

Cada etapa come a saída da anterior:

  1. Alvo

    Mercado, cargo, senioridade e faixa de salário. Sem isso, todo o resto é chute bem escrito.

  2. Posicionamento

    Currículo e LinkedIn escritos pra aquele alvo, com as palavras que aquelas vagas usam de verdade. É aqui que a busca passiva começa a trabalhar sozinha.

  3. Busca

    Onde procurar, que vaga priorizar, como abordar recrutador e o que medir pra saber se está funcionando. É aqui que o funil deixa de ser às cegas.

  4. Entrevista

    O lado da empresa muda a cada processo. O seu lado não muda. Por isso improviso é péssima estratégia e roteiro é ótima.

Eu aprendi essa ordem do jeito difícil.

Levei 2 anos e umas 200 entrevistas até a minha primeira proposta na Europa. No escuro, sozinho. Ela chegou em novembro de 2017: € 4.600 por mês, em Amsterdã.

Depois vieram outros empregos por lá. Em março de 2020, a oferta foi de € 80.000 por ano.

Carta de oferta de 3 de novembro de 2017 para Frontend Developer em Amsterdã, salário bruto de 4.600 euros por mês
Novembro de 2017: minha primeira proposta internacional, € 4.600 por mês.
Carta de oferta de 4 de março de 2020 para Frontend Developer em Amsterdã, salário bruto anual de 80.000 euros
Março de 2020: oferta de € 80.000 por ano.

O que me tirou do lugar não foi estudar mais uma stack. Foi juntar, entrevista após entrevista, a informação que ninguém me entregava: o que as empresas perguntam, o que descartam sem avisar e como um brasileiro precisa se apresentar pra ser lido como alguém que resolve problema.

Eu transformei isso num método. Eu paguei essa informação em dois anos de tentativa. Você pode recebê-la a partir da primeira reunião.

E tem uma diferença que quase ninguém faz: a gente não só te ensina. A gente faz junto e entrega pronto. Seu currículo sai da reunião reescrito. Seu LinkedIn sai ajustado. Sua estratégia de busca sai montada.

O plano inteiro, reunião por reunião

Alguém que fez a primeira reunião comigo disse que não ficou claro o que vinha depois dela. Então aqui está o mapa completo. A ordem importa: cada reunião usa o que a anterior entregou. Alvo antes do currículo, currículo antes da busca, busca antes da entrevista.

  1. Você começa aqui · Reunião 1

    Diagnóstico e alvo

    A gente olha como você aplica hoje e decide pra onde você mira: mercado-alvo, cargo, senioridade, seus diferenciais reais e faixa de salário. Isso vem antes de gastar entrevista boa com vaga que não paga o que devia.

    Você sai comO alvo definido e o plano escrito. O plano é seu, mesmo se você decidir não continuar.

  2. Logo depois da Reunião 1

    Você decide

    Faz sentido?

    Você continua e a gente segue pras Reuniões 2, 3 e 4.

    Não faz?

    Você não continua, eu devolvo o que você pagou pela Reunião 1, e o plano dela continua sendo seu.

  3. Reunião 2

    CV e LinkedIn

    Currículo e perfil reescritos pra esse alvo, com as palavras que aquelas vagas usam de verdade. Não é aula de como fazer. Sai feito.

    Você sai comCV e LinkedIn prontos pra aplicar.

  4. Reunião 3

    Estratégia de busca

    Onde buscar, o que priorizar, como abordar recrutador, a rotina da semana e as métricas que dizem se a busca está funcionando.

    Você sai comUma rotina de busca montada e pronta pra rodar.

  5. Reunião 4

    Entrevistas e plano

    Pitch, screening, RH, fit e técnica. O lado da empresa muda a cada processo. O seu lado não muda. Por isso roteiro funciona e improviso não.

    Você sai comO roteiro de entrevista e o plano do que fazer toda semana até a oferta aparecer.

  6. Aonde o mapa leva

    De R$ 5.000 pra US$ 5.000 por mês

    Alvo, CV, busca e entrevista funcionando juntos, e você aplicando e entrevistando com plano em vez de no escuro. A meta do mapa é a sua primeira oferta internacional, na casa dos US$ 5.000 por mês, morando no Brasil.

    É a meta do mapa, não uma garantia. Não existe fórmula mágica, nem garantia de contratação ou de salário. O resultado depende do seu perfil, do momento do mercado e da sua execução.

Entre uma reunião e outra, o WhatsApp. Chegou uma resposta estranha? Um teste técnico? Uma proposta baixa? Você manda no grupo 1-1 e a gente ajusta a rota com o dado na mão, em vez de você adivinhar de novo. Os 90 dias de acompanhamento rodam ali.

O que mentorados relataram

Casos reais, com nomes alterados por privacidade. São casos, não média.

  • Leandro

    Analista de dados, pleno

    Estagnado, chegou a pedir demissão. R$84.000/ano.

    Vaga no exterior, ainda como pleno. R$180.000/ano em 45 dias.

  • Danillo

    Dev back-end

    Só proposta de empresa brasileira. R$7.000/mês.

    Primeira oferta internacional, no Texas. R$23.000/mês em 6 semanas.

  • Breno

    Dev sênior

    Era Engineering Manager, sofreu um layoff. Sem emprego.

    Senior Developer nos EUA, remoto. US$6.500/mês em 6 semanas.

  • Denise

    Customer Experience

    Demitida ao voltar de férias, insegura pra migrar.

    Customer Experience Specialist em empresa internacional, ganhando em média 5x mais que os colegas da função no Brasil.

  • Roberto

    Arquiteto de soluções

    Sênior sem espaço pra crescer no Brasil.

    AWS Solutions Architect em consultoria americana, em menos de 45 dias.

Mensagem de WhatsApp do Danillo: antes do TNG eu ganhava 7k, hoje, juntando meu trampo na gringa + freelas, ganho uns 23k
Danillo: de R$7.000 pra R$23.000/mês, juntando o trampo internacional com freelas.
Conversa de WhatsApp confirmando: de 84 mil por ano, foi pra 180 mil
Leandro: de R$84 mil/ano pra R$180 mil/ano, ainda como pleno.
Mensagem de recrutador a um mentorado: nosso valor para Senior Developer fica na faixa de USD 6 mil a 6,5 mil por mês, PJ
O próprio recrutador oferecendo a um mentorado entre US$6k e US$6,5k por mês.
Post de LinkedIn da Denise anunciando o início da carreira internacional como Customer Experience Specialist e agradecendo ao Trampar na Gringa
Denise: anunciando a primeira vaga internacional como Customer Experience Specialist.

80+ profissionais acompanhados desde 2023. 30+ recolocados, a maioria no mercado internacional.

Não existe fórmula mágica, nem garantia de contratação ou de salário. O resultado depende do seu perfil, do momento do mercado e da sua execução.

O caminho inteiro, com preço

Agora que você viu o mapa, aqui está o que custa e como se paga. Você sabe quanto vale cada etapa antes de pagar a primeira.

  1. Hoje: sinal de R$ 1.000

    Você paga pelo botão desta página e reserva a sua Reunião 1. Pago o sinal, o próximo passo é marcar a reunião comigo.

  2. A Reunião de Diagnóstico

    É a primeira reunião da mentoria, não uma call de vendas. A gente olha como você aplica hoje, define o seu alvo (mercado, cargo, senioridade e faixa de salário) e você sai com o seu plano escrito.

  3. Depois dela, você decide

    Quer continuar? Paga o complemento de R$ 3.000. Os R$ 1.000 do sinal já entram na conta. Seguem as Reuniões 2, 3 e 4 e o acompanhamento até completar 90 dias.

    Não quer? Não paga o complemento, eu devolvo o sinal inteiro, e o plano da Reunião 1 continua sendo seu.

  4. Se você continuar, o total é R$ 1.000 + R$ 3.000 R$ 4.000

Investimento

R$1.000

Pra começar. É o sinal da Reunião 1.

Hoje: sinal da Reunião 1R$ 1.000
Depois da reunião, só se continuarR$ 3.000
Total da mentoriaR$ 4.000
  • 4 reuniões individuais comigo, de 60 a 90 minutos
  • 90 dias de acompanhamento
  • Grupo 1-1 no WhatsApp
  • Alvo, CV, LinkedIn, estratégia de busca, preparação de entrevista e plano de execução

O que eu garanto: as 4 reuniões, as entregas e o acompanhamento. Se a Reunião 1 não fizer sentido, o sinal volta inteiro.

Contratação e salário eu não garanto. Ninguém sério garante.

Reservar minha reunião: R$ 1.000
  • Sinal de R$ 1.000
  • Total R$ 4.000 se continuar
  • Sinal devolvido se não continuar
Adal Bueno

Quem vai sentar com você

Sou o Adal Bueno. Tenho mais de 20 anos em tecnologia e 8 no mercado internacional. Moro na Holanda desde 2018, onde já tive três empregos.

Fiz centenas de entrevistas internacionais antes de transformar isso num método. Sei onde um currículo brasileiro trava lá fora porque o meu travou em todos os lugares possíveis.

Dúvidas comuns

Por que pagar R$ 1.000 só pela primeira reunião?

Porque ela não é uma conversa de apresentação: é a primeira reunião da mentoria, e a gente já começa a trabalhar nela. Você sai com o alvo definido e o plano escrito.

O sinal também não é uma taxa extra. Ele entra no total de R$ 4.000, e você vê como eu trabalho antes de decidir pelo resto.

E se eu não quiser continuar depois da reunião?

Você não paga o complemento e a mentoria não continua. Eu devolvo o sinal inteiro, e o plano da Reunião 1 continua sendo seu pra executar sozinho, se quiser.

O que acontece depois da primeira reunião?

Se você decidir continuar, paga o complemento de R$ 3.000 e seguem as Reuniões 2, 3 e 4, sempre nesta ordem: CV e LinkedIn, estratégia de busca, entrevistas e plano.

O mapa completo, com o que fazemos e o que você leva de cada reunião, está na seção “O plano inteiro, reunião por reunião”, mais acima.

O valor pesa pra mim.

Pesa mesmo, e tudo bem. Por isso o caminho tem duas etapas: você paga R$ 1.000 e só decide pelos outros R$ 3.000 depois de fazer a primeira reunião. Se não for o momento, não aperte o orçamento.

Meu inglês não é perfeito. Serve?

Serve se você entende e se vira numa conversa, mesmo travando às vezes.

87% das 3.476 pessoas que responderam o nosso diagnóstico se dizem intermediárias ou avançadas.

Ninguém lá fora procura falante nativo. Procuram quem resolve problema. O que falta quase sempre é estrutura de resposta sob pressão, não vocabulário.

Preciso sair do Brasil?

Não. Empresas dos EUA, da Europa e da Ásia contratam remoto há anos. Dá pra morar no Brasil, pagar as contas em real e receber em moeda forte.

Não sou dev. Serve pra mim?

Serve. Já passaram pelos meus programas e cursos profissionais de dados, produto, design, UX, QA, CX, vendas, marketing e finanças.

O que a gente conserta (alvo, posicionamento, busca e entrevista) não é específico de código.

Tenho mais de 40, filhos e boleto. Sou velho demais?

Pelo contrário. Falta gente com bagagem real na maioria das empresas. Os resultados mais rápidos costumam vir dos mais vividos.

Com 10 ou 20 anos de mercado, o seu caso é dos mais simples de resolver. Não disse fácil. Disse simples.

Em quanto tempo eu recebo uma proposta?

Não prometo prazo. Depende do seu perfil, do mercado e da sua execução.

Nos casos mostrados nesta página, o prazo ficou entre 6 semanas e 45 dias. São casos, não média.

Quanto tempo preciso ter livre?

4 reuniões de 60 a 90 minutos, mais a execução entre elas. A parte mais pesada, CV, LinkedIn e estratégia, a gente entrega pronta logo nas primeiras reuniões.

Se fez sentido, o botão está aqui.

Pague R$ 1.000, faça a primeira reunião e só depois decida se continua.

Adal BuenoTrampar na Gringa

Nenhum resultado é prometido ou garantido. Os casos mostrados são exemplos reais, não médias, e dependem do perfil, do momento do mercado e da execução de cada pessoa.

Trampar na Gringa · Amsterdã, NL